Visto lá debaixo , ao longo alcance , Apenas teus dois planetas, já sem órbita.
Aquele prazer cósmico que só encontrava em teu mundo , aberto por uma fresta no céu.
Transpirando o sabor da chuva , explodindo estrelas puras.
Sorriso bobo querendo mais um pouco.
Àquele passeio perdido na tua bacia estelar ,
Aquela viagem lunar , aquele respirar,
Tão perto ao sugar teu ar,
transitando quente ,
Parar?
Nem meteoros iriam evitar.
Em tua galáxia irregular , só me resta deitar .
Me desconecto e temos o astronauta de volta ao seu lar.
Aqui debaixo , sem controle.
Mas a vista, privilegiada.


0 comentários:
Postar um comentário