A Íris da Mentira


A íris da mentira.
De nanquim na folha podre.
Corre, Escorre.
Deturpa-se escondida.


Flameja-se por dentro.
Retalha-se por fora.
Seu arrependimento
É um vazio do agora.

Entre as paredes desconcretas.
Os retratos desfocados.
Tuas palavras são incertas.
Tuas verdades,
Estragadas.

Fora envenenada.















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