Foto por Thiago Foose.
- Que cidade barulhenta !
E como giz que risca a lousa, saiu perambulando rua afora.
Dava para sentir.
Sentir o mundo suburbano.
A nova ordem regendo o martírio da civilização, logo abaixo de seus pés.
Aonde ninguém vê.
Aonde ninguém está.
Apenas os oito minutos finais de sua vida.
Sem caixa preta.
- Eles dizem que só quem esteve lá, sabe.
E na tv, a máquina do medo insiste em impressionar.
Aonde isso irá parar?
- Aqui.Dê-me tua mão...
Por você vida, eu abro mão de televisão, conclusão, vaidades, conformidades.
Vamos ser transparentes. Tudo o que quero é tocar o coração de todos.
Expressar minha arte. Paz mundial. Injeção de amor. Liberdade e Caos. Sim. Caos.
Por que legalzinho demais é escroto.


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