Corra Lola, corra.

- Corra Lola, corra.
E titubeando, se foi.
Sem antes, deixar camadas de pele na parede áspera.
Durante, um olhar perdido em sua neblina de efedrina.
Depois, desespero.

- Por que correr? Do que fujo?
Não sei. Não serei eu a saber Lola.
- Você me dá vida, movimento. É claro que sabe...
Tudo o que sei é que nada sei...

- Essa sua mente doente ! Doce ser eloquente...
Tú podes querer, mas não vai encontrar...
- Essa  sua alma esfumaçada...um livro branco, escrito nada.
Um personagem não posso ouvir, sem me iludir, sem me enganar.

- Corra Lola, corra.




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