A beleza.
Que um dia contaminou minhas lupas,
E me embriagou de pureza...
Que volta e meia faz-de-conta e me leva...
De jangada, caminhada,
Pela estrada....
Pelos entornos de não sei e tão pouco saberei...
O sentido é teu mistério.
Obra sensível,
Invisível aos que da fome alimentam-se.
E de pressa se vão,
Indiferentes à tua razão,
Sem razão.


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