Lá.
Bem depois das ondas turvas.
Onde o âmbar se funde com sépia.
E a vista treme. Embaça.
As gotas do âmago se perdem uma vez mais...
Então...
Deixo meu eixo ao puro desleixo,
Deixo meu eixo ao puro desleixo,
E vou.
Planando em linhas perfeitas,
Contornos híbridos.
Em busca do regozijo onipresente que sustente a paz ausente.
E enquanto isso,
Você interioriza o prazer nos fundos olhos de cortinas fechadas.
E pelos vãos da tua alma,
Flamejo.


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