Sentado.
Me perco na humilde ranhura deixada em minha moldura ,
A insolente gravura, desmedida, nua e crua.
A insolente gravura, desmedida, nua e crua.
Saudade do tempo enrolado no vento,
E o vento soprando em nossos olhos de ressaca.
Olhos que não queriam nada com nada,
E tudo com tudo.
E tudo ao mesmo tempo.
Sem excessões, contudo.
Sua aura era um rio,
Que pelas bordas transbordava,
Mas lá no fundo um vazio,
Que secava e secava.
O cardume feminino lhe invejava ,
Pois quando todas viravam,
Você nada fazia.
Nada falava...
E eu caminhando descalço aqui na terra..
Sob olhares de pessoas de plástico,
abduzidas em seus celulares,
preconcebidas por infinitos preconceitos,
Desvirtuadas.
Do Aqui.
Do agora.
Ai pergunto:
E tudo com tudo.
E tudo ao mesmo tempo.
Sem excessões, contudo.
Sua aura era um rio,
Que pelas bordas transbordava,
Mas lá no fundo um vazio,
Que secava e secava.
O cardume feminino lhe invejava ,
Pois quando todas viravam,
Você nada fazia.
Nada falava...
E eu caminhando descalço aqui na terra..
Sob olhares de pessoas de plástico,
abduzidas em seus celulares,
preconcebidas por infinitos preconceitos,
Desvirtuadas.
Do Aqui.
Do agora.
Ai pergunto:
Medo
De
Que
?


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