Um furo á lápis na madeira.
Fez-se um mundo pela retina.
Fez-se um mundo pela retina.
Um mundo livre e sem neblina.
Sem rotina, Sem maneira.
Sem rotina, Sem maneira.
E chovem horas na penumbra,
Insiste tanto, mas não deslumbra.
Quisera um túnel, pro outro lado.
Quem sabe o tudo, não fora mais claro.
E sem perceber,
Sair do enfadonho,
Moldar tua beleza,
Numa maquete de sonhos.
* Obra do Arquiteto Frank Gehry


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